Domingo, 10 de Maio de 2009

Por quê o nome Gripe Suína?

Amigos blogueiros

Após meses e meses de ausência, estou de volta com várias matérias interessantes para acrescimo do nosso conhecimento, porém com algumas mudanças nas atualizações do Blog, antes este era atualizado diariamente e agora será atualizado duas vezes por semana. Também irei fazer comentários sobre as matérias que publico aqui no blog. Espero que gostem e me desculpem por deixa-los na mão!!!!

Abraços

Esdras Eliwan

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Se há algo em que concordam os especialistas é que não há razão para deixar de comer carne de porco. Até porque o vírus não resiste a uma temperatura de cozedura (71°) e, por outro lado, não foi recenseado nenhum animal doente.

Daí o paradoxo deste vírus a que se tem chamado da gripe suína. Nenhuma suinicultura foi afectada e os primeiros casos não apareceram na população rural em contacto com os porcos, mas sim na população urbana.

De facto, trata-se de um vírus gripal do Tipo A, H1N1, que tem um potencial pandémico.

Mas este vírus resulta da combinação das estirpes suína, aviária e humana, de origem americana e asiática. A mutação deu-se, provavelmente, no continente americano.

Actualmente, não está provado que o vírus tenha sido transmitido do animal ao homem. Mas sabe-se que é transmitido do homem ao homem e comporta um elevado risco de pandemia.

O especialista John McCauley explica: “É assim que começa uma pandemia: um novo vírus emerge em seres humanos e dissemina-se facilmente entre os homens. As viagens permitem ao vírus circular pelo mundo inteiro muito depressa. “

O H1N1 é o mesmo vírus que, em 1918, matou cerca de 40 milhões de pessoas em todo o mundo (nomeadamente jovens adultos) e que conhecemos com o nome de gripe espanhola ou pneumónica, apesar de se desconhecer a origem do vírus. Mas o país não participou na Grande Guerra e tinha uma imprensa livre que noticiava sem censura.

A novidade deste vírus não reside nas diferentes estirpes mas na combinação que resulta delas, contra a qual os seres humanos não estão imunizados, o que inquieta bastante os médicos, pois está a propagar-se rapidamente. Ainda se desconhece se as pessoas fatalmente infectadas foram mortas directamente pelo vírus ou morreram de outras complicações.

Resta a protecção. Os ‘stocks’ de Tamiflu, a vacina desenvolvida contra a gripe aviária são de cerca 73 milhões. Por agora, a vacina só retarda a infecção. Entretanto, o uso da máscara é aconselhado porque se trata de um vírus que se transmite pelo ar. Os médicos também recomendam a lavagem de mãos frequente e o limite de contactos.

Fonte: Euronews


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Sexta-feira, 19 de Setembro de 2008

SMS é mais perigoso que álcool no volante?

LONDRES - Quem lê e envia SMS ao dirigir corre mais riscos que motoristas sob efeito de álcool e drogas, diz estudo.

Enviar mensagens de texto do celular enquanto se dirige um carro é mais perigoso do que dirigir bêbado ou sob influência de drogas, afirma uma pesquisa do Laboratório Britânico de Pesquisa em Transportes (TRL).

O tempo de reação das pessoas enviando mensagens por celular enquanto dirigem cai 35 por cento, enquanto que aquelas que consumiram o limite legal de álcool, ou usaram maconha, caiu 21 e 12 por cento respectivamente, segundo o estudo.

O estudo, encomendado pelo grupo automotivo RAC Foundation, descobriu ainda que a habilidade de se manter nas faixas ou de manter uma distância adequada atrás de outros veículos é pior do que a de motoristas sob a influência da maconha.

"Esta pesquisa mostra o quanto é perigoso dirigir e digitar um texto", afirmou em comunicado Nick Reed, pesquisador da TRL.

Ele afirmou que motoristas que digitaram se ditraíram tirando as mãos do volante para usar o telefone, na tentativa de ler uma pequena mensagem na tela do celular e pensando no que escrever em suas mensagens.

"Esta combinação de fatores resultaram em um prejuízo no tempo de reação e no controle do veículo colocando o motorista em risco maior do que ter consumido o limite legal de álcool", afirmou Reed à Reuters.

Uma conclusão a que pesquisadores chegaram sobre por que digitar um texto é tão perigoso é o tempo que demora para digitar um mensagem dirigindo.

O TRL afirmou que digitar um mensagem no volante demora 63 segundos, o tempo que o carro leva para percorrer 0,8 km na velocidade do centro de uma cidade e acima de 1,6 km nos limites de velocidade de uma rodovia.

Quase metade de todos os pesquisados entre 18 e 24 anos admitiram digitar mensagens enquanto dirigem, segundo uma pesquisa separada da RAC Foundation.

O estudo do TRL selecionou 17 pessoas de entre 18 e 24 anos para simular um teste de direção, no qual tiveram que ler, escrever e ignorar mensagens em uma variedade de estradas.

Os participantes deste estudo foram quase unânimes acreditando que a direção alcoolizada seria a ação mais perigosa na estrada", afirmou Stephen Glaister diretor da RAC. Ele afirmou que a pesquisa mostrou claramente que o motorista que está digitando é prejudicado significativamente mais do que aquele dentro do limite legal de álcool.

"Nenhum motorista responsável beberia e dirigiria", afirmou Glaister em comunicado. "Nós temos que assegurar que os devotos das mensagens entendam que digitar é uma das coisas mais perigosas que você pode realizar enquanto dirige um veículo motorizado."


Fonte: InfoPlantão

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Terça-feira, 18 de Março de 2008

15% das babás têm ficha criminal?

Pesquisa feita por uma empresa responsável pela contratação de babás revelou que 28% delas mentiram sobre as referências no momento da contratação e 15% tinham antecedentes criminais. Foram analisadas 6 mil fichas em quatro anos e o maior índice de informações inventadas foi verificado no Rio, em São Paulo e em Brasília. Já entre as mulheres que tinham anotações criminais, a maioria era por agressão.

“Nós fizemos o levantamento ao informatizar nosso sistema. Vimos que a quantidade de fichas invalidadas por informações falsas ou por antecedentes criminais era muito grande. Isso é um alerta para que os pais redobrem a atenção ao escolher as babás de seus filhos”, afirmou Roberta Rizzo, diretora nacional da Rede Kanguruh, presente em 14 estados e no Distrito Federal.

As informações falsas foram descobertas no serviço de checagem da rede. As candidatas forneceram referências pessoais forjadas, inventaram antigos empregos e forneceram telefones de parentes, como se fossem de antigos patrões.

Referência

Roberta sugere que os pais nunca aceitem telefones celulares como meio de contato para checar uma referência e sempre desconfiem quando só ouvirem elogios. “Geralmente quem só faz elogios é amigo ou parente”, diz. Ela também aconselha os pais a não aceitarem atestado federal de bons antecedentes, ao entrevistarem candidatas a babás. “Esse atestado só informa que ela não deve ao Fisco, mas não garante a idoneidade da pessoa. É preciso o atestado de antecedente criminal”, afirma.

“É claro que não temos como saber se uma pessoa teve culpa ou não no caso de agressão. Mas, na dúvida, não podemos indicá-la”, disse Roberta, que encaminhou à Câmara dos Deputados proposta de projeto de lei que regulamenta a profissão de babá, hoje inserida na categoria de empregadas domésticas, e defende a criação de um Cadastro Único de Babás.



Fonte: O Estado de S. Paulo




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