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Um novo aparelho para a celulite, existe?

A algum tempo atrás chegou ao mercado o primeiro laser para combate a celulite e da gordura localizada aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O aparelho apresenta três funções que, juntas, conseguem reduzir ou até mesmo eliminar as celulites grau I e II (leve e moderada) e melhoram bastante as grau III e IV (mais intensas) e foi testado em trabalhos científicos na USP (Universidade de São Paulo), com excelentes resultados clínicos. A primeira função visa abrir os gânglios linfáticos, através do estímulo do aparelho em áreas como região pubiana e axilar. Em seguida inicia-se a plicação do laser diodo de baixa fluência, que proporciona a quebra das traves de gordura (estas que dão aspecto de depressão da pele). Posteriormente, faz-se com o mesmo aparelho uma drenagem linfática com uma ponteira resfriada, com o objetivo de levar essa gordura e o excesso de líquido presente ao redor dessa gordura para a região dos gânglios linfáticos, visando à eliminação desses produtos através do sistema linfático, que os descartarão nas fezes e na urina. É um procedimento indolor e dá uma sensação de relaxamento e bem-estar após cada sessão. São preconizadas 15 sessões para se obter um bom resultado, sendo duas por semana, com duração média de 40 a 60 min. O resultado visual começa a aparecer em torno da décima sessão.

Este laser está sendo também utlizado na face, visando ao afinamento da mesma e à diminuição de rugas finas, pois como o laser diodo é de baixa potência e apresenta penetração profunda na pele, ele estimula o colágeno. Após dez sessões, ocorre uma melhora da qualidade de pele do rosto. O laser para celulite não é a solução para o problema, visto que este é um mal multifatorial, mas é uma grande arma para o combate da mesma, com trabalhos científicos mostrando excelentes resultados e aprovado pela Anvisa. É sempre importante lembrar que muitas armas utilizadas para combater os furinhos tão temidos pelas mulheres não têm essa liberação, como as injeções de alcachofra.

Fonte: Em questão


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Será que descobriram a Fonte da Juventude?

Cientistas americanos identificaram uma série de mutações genéticas nos receptores de um hormônio do crescimento que poderiam ser responsáveis pela longevidade, segundo um estudo publicado na revista especializada Proceedings of the National Academy of Sciences.

Os pesquisadores do Instituto de Pesquisa sobre o Envelhecimento, em Nova York, estudaram um grupo de judias centenárias de origem européia e seus descendentes, e concluíram que a mutação estava presente nas mulheres de estatura normalmente 2,5 cm abaixo da média.

Segundo os cientistas, as mutações afetam o receptor do hormônio de crescimento IGF1, que controla o crescimento e maturidade do corpo, especialmente durante a puberdade.

Tornando o receptor ligeiramente defeituoso, as mutações podem dificultar a “acoplagem” do hormônio ao receptor e desacelerar o processo de maturação e envelhecimento.

O hormônio influencia o desenvolvimento de quase todas as células do corpo.

Estudos anteriores em animais concluíram que certas variações de genes ligados ao hormônio IGF1 podem estender a vida deles dramaticamente.

Os cientistas identificaram as mutações depois de analisar o código genético de 384 participantes com idade entre 95 e 110 anos, com idade média de 100 anos.

Os resultados foram comparados à análise de DNA de outras 312 pessoas vindas de famílias com média de vida normal, que não chegaram aos 95 anos.

Testes nas células das mulheres centenárias mostraram que elas tinham menos sensibilidade ao hormônio, sugerindo que as mutações prejudicavam a habilidade do corpo de envelhecer normalmente.

Os cientistas ainda concluíram que a circulação do IGF1 era 37% mais alta entre essas mulheres, provavelmente para compensar o receptor defeituoso.


Fonte: BBC Brasil


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Como deixar os músculos bem fortes?

Musculação, quanto mais melhor? Não é bem assim. Quando se exercita seguidamente o mesmo grupo muscular ou se exagera no volume do treino, os riscos para a saúde são reai. Quem alerta é o professor de educação física da academia ProForma André Leta, mestre em Biociência das Atividades Físicas pela Escola de Educação Física da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Ele explica aqui que acontece com os nossos músculos quando eles são exercitados.

AUMENTO

Quando se estimulam os músculos, as fibras que os compõem ficam sobrecarregadas, devido ao aumento da tensão, o que ativa diversos fatores hormonais, metabólicos, neurais e de reparo para o dano (microlesões) gerado no tecido. Estes fatores em conjunto ativam a síntese de novas proteínas, levando ao aumento das fibras musculares e deixando o músculo com um aspecto mais tonificado.

LIMITE

Se o treino for volumoso e intenso, não permitindo recuperação adequada entre as sessões, as fibras serão excessivamente sobrecarregadas e isso pode gerar lesões. Por isso é importante ter a orientação de um professor de educação física.

DESCANSO

O tempo de descanso entre as sessões de treinamento tem por objetivo permitir a recuperação do tecido muscular. Devese respeitar o intervalo de 48h a 72h entre as sessões para um mesmo grupo muscular, assim como descanso de um a cinco minutos (dependendo da pessoa) entre as etapas de cada série.

CALORIAS

É possível perder 300 kcal a 450 kcal por sessão de musculação, dependendo da intensidade e da variedade de exercícios. Num processo de emagrecimento, a musculação é importante porque, quanto menos músculos se tem, menos energia se consome em repouso.

SUPLEMENTOS

Para ajudar na musculação, é preciso ingerir mais carboidratos e proteínas do que se gasta. Há suplementos alimentares que potencializam o resultado, mas só devem ser usados com orientação de nutricionistas, pois podem ter efeitos colaterais. Anabolizantes nunca devem ser usados: podem causar doenças cardiovasculares, hipertensão, diabetes e impotência, entre outros problemas.

INDICAÇÃO

A musculação é indicada para todas as pessoas, sendo que quem tem cardipatias severas deve buscar um acompanhamento médico do trabalho. Mas todos, sem exceção, devem fazer uma avaliação médica antes do início das atividades. Em média, quem faz musculação pode melhorar sua força em até 40%. Mas estudos com idosos demonstram que eles podem alcançar resultados superiores a 100%.


Fonte: Tome Nota



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